Thomas Edward Yorke.

eu teria que homenagear esse gênio dos nossos tempos.

dizem muito dele: feio, exótico, horrendo, reservado, esnobe, político

de sua música: letárgica, avant garde, funérea, pós moderna, enfadonha, espacial, depressiva…

eu tomo parte pelos elogios.

vejo um artista único, raro, uma pessoa, não mito, gênio sim.

sua música nada mais é do que real.

retrata o amor em tempos egoístas, o egoísmo em si, não poderiam sair ‘lari-lalas’, concordam?

mesmo com seu saudosismo, tristeza e timbres sombrios, não é gratuitamente triste, guarda beleza irregular, descompasso e lirismo.

beleza irregular, thom yorke...

vejo beleza em todas.

acho tocante, incrívelmente rico.

normal que a maioria não entenda.

acho chic de novo. hahaha


grande abraço aos fãs desse it-man.

fiquem com dois clips solo dele:

Harrowdown Hill:

E uma versão acùstica  de Analyse (minha preferida):

Cheers! : )

~ por segoseeya em Outubro 9, 2009.

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