Thomas Edward Yorke.
eu teria que homenagear esse gênio dos nossos tempos.
dizem muito dele: feio, exótico, horrendo, reservado, esnobe, político…
de sua música: letárgica, avant garde, funérea, pós moderna, enfadonha, espacial, depressiva…
eu tomo parte pelos elogios.
vejo um artista único, raro, uma pessoa, não mito, gênio sim.
sua música nada mais é do que real.
retrata o amor em tempos egoístas, o egoísmo em si, não poderiam sair ‘lari-lalas’, concordam?
mesmo com seu saudosismo, tristeza e timbres sombrios, não é gratuitamente triste, guarda beleza irregular, descompasso e lirismo.
beleza irregular, thom yorke...
vejo beleza em todas.
acho tocante, incrívelmente rico.
normal que a maioria não entenda.
acho chic de novo. hahaha
grande abraço aos fãs desse it-man.
fiquem com dois clips solo dele:
Harrowdown Hill:
E uma versão acùstica de Analyse (minha preferida):
Cheers! : )

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